Destaque

Entidades do Norte de Minas defendem soberania e segurança alimentar de populações vulneráveis

Fonte

UFMG | Universidade Federal de Minas Gerais

Data

segunda-feira, 20 abril 2020 14:40

As desigualdades sociais e econômicas estão entre os principais desafios relacionados ao combate à transmissão da Covid-19 e à mensuração dos impactos após o pico da pandemia. Em razão das particularidades históricas e econômicas, o norte de Minas Gerais concentrará parte dos efeitos severos da crise provocada pela propagação da doença. É o que registra o documento Soberania e segurança alimentar e nutricional no contexto da crise desencadeada pela Covid-19, assinado conjuntamente por 18 entidades.

O documento reúne uma série de medidas, como a proposta de diálogo com os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário para a construção de um plano de ação com participação social. O foco da iniciativa é a defesa da segurança alimentar e nutricional e dos direitos territoriais e culturais das populações da região, com destaque para suas potencialidades.

De acordo com o professor Dr. Helder dos Anjos Augusto, do Instituto de Ciências Agrárias da UFMG, a ação cumpre papel importante no contexto atual de enfraquecimento de políticas públicas para garantir direitos sociais e ambientais. “O documento reflete a conexão de iniciativas locais para a promoção de debates entre sociedade civil organizada, comunidades científicas e poder público. E, consequentemente, espelha a promoção ao incentivo ao desenvolvimento social, econômico e ambiental da região norte-mineira”, afirma o Dr. Helder.

Como informa o texto, dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) indicam que 85% dos estabelecimentos de agropecuária na região pertencem a agricultores familiares. O Norte de Minas também agrega quase 100 assentamentos rurais da reforma agrária, povos indígenas de duas etnias, mais de 200 comunidades quilombolas, além de outras comunidades tradicionais, como as vazanteiras e pesqueiras, as geraizeiras, as veredeiras, as catingueiras e as apanhadoras de flores, nas proximidades de Diamantina. As entidades destacam o importante papel desses grupos na produção de alimentos para consumo próprio e para o abastecimento regional e nacional.

Acesse a notícia completa na página da UFMG.

Fonte:Amanda Lelis, UFMG.

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