Destaque
Produção de queijo artesanal ganha mais um incentivo
Fonte
Fapemig | Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
Data
sábado, 5 setembro 2020 11:35
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), viabilizou os recursos necessários para dar continuidade a uma chamada pública, realizada em 2017, em busca de projetos que contribuam para solucionar questões que limitavam a comercialização do queijo mineiro no Brasil e no exterior.
O repasse disponibilizado nesta semana irá financiar 11 projetos que promovem a sustentabilidade, a melhoria da qualidade e a inocuidade em toda a cadeia do Queijo Artesanal por meio da pesquisa aplicada e da capacitação de produtores.
Projetos
Os projetos selecionados são coordenados por instituições de renome no estado, como Embrapa Gado de Leite, Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade Federal de Viçosa (UFV), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudestes de Minas Gerais (IF Sudeste) e Universidade Federal de Lavras (UFLA). No total, os investimentos somam R$ 994.683,07.
“Com o novo decreto do queijo artesanal e os recursos necessários para essa pesquisa, tenho certeza de que estamos caminhando frente a uma nova realidade do queijo artesanal, que tem muito potencial para ser um grande propulsor da economia. Estes projetos serão muito importantes e ajudarão ainda mais o mercado do queijo mineiro que tanto se destaca no Brasil”, afirma o secretário-adjunto da Sede, Fernando Passalio.
De acordo com o presidente interino da Fapemig, professor Dr. Paulo Sérgio Beirão, a chamada pública selecionou projetos que realmente irão estudar os gargalos da atividade queijeira de Minas Gerais e que também garantam o repasse da tecnologia desenvolvida nas pesquisas para os produtores. “Acredito que as pesquisas poderão avançar tanto caracterizando melhor as regiões já reconhecidas, quanto identificando novos tipos de queijo artesanal e novas regiões. Isso agrega muito valor e pode tornar esse queijo um produto de exportação, com alto valor agregado”, disse o Dr. Paulo Beirão.
Acesse a notícia completa na página da Fapemig
Fonte: Agência Minas.
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