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Plataforma Biotecnológica de Ingredientes Saudáveis liderada pelo Ital é aprovada pela Fapesp

Fonte

ITAL | Instituto Tecnológico de Alimentos

Data

terça-feira, 29 dezembro 2020 12:55

Com investimento público-privado de aproximadamente R$ 6,7 milhões ao longo de cinco anos, sairá do papel a Plataforma Biotecnológica Integrada de Ingredientes Saudáveis (PBIS), sob liderança do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, envolvendo institutos de pesquisa, universidades públicas, fundação, cooperativa e empresas paulistas.

Alinhada aos objetivos de desenvolvimento sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU), a proposta de Núcleo de Pesquisa Orientada a Problemas (NPOP) foi aprovada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) no Edital Ciência para o Desenvolvimento com a missão de integrar os sistemas produtivos e aplicar processos biotecnológicos sustentáveis para produção de alimentos usando matérias-primas nacionais e aproveitando subprodutos da agroindústria.

Outros dois órgãos de pesquisa da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) da Secretaria estão envolvidos na PBIS, o Instituto Agronômico (IAC) e o Instituto de Economia Agrícola (IEA), assim como a Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a Escola de Engenharia de Lorena (EEL) e o Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da Universidade de São Paulo (USP) e a Faculdade de Ciências e Letras (FCL) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Assis. Também uniram-se à plataforma a Dori Alimentos, sediada em Marília, a Jacto, sediada em Pompeia, com fábricas na Argentina e na Tailândia e escritórios comerciais nos Estados Unidos e no México, e a cooperativa agrícola Coplana, sediada em Guariba, com filiais em Jaboticabal, Taquaritinga, Dumont, Pradópolis, Batatais e Colina e postos Avançados em Catanduva, Monte Aprazível e Frutal (MG), além da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia.

Pelo mesmo edital, foi aprovado ainda outro NPOP-IAC liderado pelo Instituto Agronômico (IAC), da Secretaria de Agricultura, dedicado a biotecnologia em citros, cana e café. Os dois núcleos somam R$ 69,6 milhões em investimentos, sendo R$ 7,240 milhões da Fapesp, R$ 8,47 da iniciativa privada e R$ 53,89 milhões do Estado, incluindo infraestrutura e salários. Já o Instituto de Pesca (IP), também vinculado à APTA, participa do NPOP sediado pela Universidade de São Paulo (USP) com a temática Pescado para Saúde, com financiamento de R$ 3,6 milhões da Fapesp, R$ 6 milhões da iniciativa privada e R$ 14,2 milhões do Estado, incluindo infraestrutura e salários.

Para melhor alinhamento dos profissionais das instituições de pesquisa e ensino envolvidos nos NPOPs, as equipes passaram pelo treinamento de 120 horas em gestão ágil ao longo de seis meses, em que aprenderam sobre as metodologias Design Thinking, MVT (Tecnologia Mínima Viável) e Scrum. Durante a capacitação, foram ainda definidos valores, visão, identidade e missão e elaborado o regimento interno de cada núcleo em conjunto com as empresas parceiras.

“É um modelo de trabalho que existe em outros países considerando a tríplice hélice de inovação, envolvendo governo, pesquisa pública e iniciativa privada, o que tem gerado no mundo resultados mais eficientes e rápidos por considerar as demandas e os problemas do sistema produtivo e da sociedade para concretizar pesquisas e desenvolvimentos. O setor privado envolvido será beneficiado por estar perto do conhecimento e integrar o comitê executivo e estratégico que direciona as pesquisas”, explica a gestora executiva da PBIS, Dra. Gisele Camargo, diretora de Programação de Pesquisa e vice-diretora do Ital. “Tudo foi pensando para conseguirmos no final tecnologias, produtos e processos que tragam maior competitividade para as indústrias que atuam no setor de alimentos e bebidas, de forma que possam gerar resultados para o País como emprego e renda”, complementa a Dra. Gisele, lembrando que a grande maioria de ingredientes utilizados atualmente é importada.

Acesse a notícia completa na página do ITAL.

Fonte: Jaqueline Harumi, Ital.

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