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Pesquisadoras avaliam conhecimento e perfil de consumo de frutos nativos do Cerrado e Pantanal
Verificar o conhecimento e o perfil de consumo de frutos nativos do Cerrado e do Pantanal de Mato Grosso do Sul (MS) pela população é a proposta da pesquisa “Conhecimento e perfil de consumo de frutos nativos do Cerrado e Pantanal de Mato Grosso do Sul”.
A pesquisa é desenvolvida pelas estudantes do curso de Nutrição Iara Penzo Barbosa e Lethícia Barbosa Costa, sob a orientação da professora Dra. Fabiane La Flor Ziegler Sanches (Facfan).
Para participar da pesquisa, os interessados deverão responder ao questionário disponível no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe8349Z1efY74IDhy4YGvnk45stwEsB5yf1jjvkYGkidwT8HQ/viewform.
De acordo com as pesquisadoras, o questionário está dividido em duas partes, sendo a primeira referente a informações como iniciais do nome completo, idade, sexo, renda mensal em salários mínimos, escolaridade, local de nascimento e o local onde reside atualmente.
Na segunda parte estão as perguntas referentes ao conhecimento sobre 12 frutos do Cerrado e Pantanal (pequi, bocaiuva, mangaba, cagaita, baru, murici, mama-cadela, buriti, araticum, guavira, bacuri e guabiroba).
As pesquisadoras querem saber quem experimentou, qual consumiu e de qual forma adquiriu. A proposta é alcançar no mínimo mil participações. Todos os dados informados serão mantidos em sigilo.
Os resultados irão embasar artigos científicos e resumos para eventos. “Os benefícios de sua participação serão ampliar seu conhecimento sobre os frutos nativos encontrados em Mato Grosso do Sul, além de possibilitar seu reconhecimento pelo uso de imagens dos mesmos”, dizem.
Entre os frutos pesquisados está o pequi, também chamado de piqui. “É um fruto cuja polpa é rica em carotenoides, vitamina A, compostos fenólicos e fibras, e ainda contém minerais em destaque, como o manganês, magnésio e cobre, nutrientes importantes que contribuem para uma alimentação saudável. Além disso o pequi é amplamente pesquisado por suas propriedades na cicatrização, e atua como favorecedor do reparo tecidual e reduz a inflamação. A casca do pequi também apresenta propriedades antioxidantes e até o óleo de sua castanha possui atividade anti-inflamatória e também antioxidante”, explica a acadêmica Iara.
Acesse a notícia completa na página da UFMS.
Fonte: Paula Pimenta, UFMS.
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