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FAPESB: Pesquisadora usa recursos do semiárido para criar sorvete com alto valor nutritivo
O sorvete é um produto muito consumido pelo mundo. Segundo uma pesquisa realizada pelo Centro de Medicina da Universidade de Maryland, a sobremesa tem o poder de diminuir o mau humor e reduzir a agressividade. Porém, normalmente, esse doce não é saudável. Pensando em melhorar o valor nutricional do produto, a Dra. Ivelise Santiagoo, desenvolveu um sorvete bioativo adoçado com mel e fermentado com frutas exóticas, vegetais e leite de vaca ou de cabra.
A ideia surgiu quando a Dra. Ivelise, mestre em ciências farmacêuticas e doutora em biotecnologia, estava conversando sobre como entrar no mundo da sorveteria com produtos diferentes. “Associar o sorvete à biotecnologia e melhoria no valor nutricional surgiu em uma conversa com uma amiga e ex-orientadora de mestrado e doutorado, professora Dra. Elinalva Maciel. É um produto que traz o sabor doce e refrescante tradicional, mas com ingredientes nutritivos. Pode ser uma fonte de vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes”, afirmou a pesquisadora.
A Dra. Ivelise explica que o produto tem como base frutos exóticos que são comuns na região semiárida do estado da Bahia. “O sorvete à base de vegetais e frutas exóticas do semiárido baiano é uma alternativa de agregar valor e permitir a obtenção de novos sabores, gerando benefícios em uma nova opção de apresentação e de consumo para o público. Além disso, ajuda os pequenos produtores da agricultura familiar da caatinga e da mesorregião do Nordeste Baiano”.
O projeto, que foi contemplado pelo Edital Inventiva, da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (FAPESB), que é vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), tem o objetivo de oferecer uma opção de sorvete saudável para pessoas que buscam uma dieta mais equilibrada ou não podem consumir alimentos sem bons nutrientes.“Temos o intuito de combinar o valor nutricional de frutas ou hortaliças, importantes fontes de vitaminas, minerais, antioxidantes e bactérias láticas, com a mudança nos hábitos alimentares da população. Queremos atender o público que vem buscando alimentos mais saudáveis ou que não podem consumir certos tipos de produtos”, disse a Dra. Ivelise.
Acesse a notícia na página a FAPESB.
Fonte: Ascom, FAPESB.
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