Destaque

Inovação para o campo: UFSM obtém proteção de novas cultivares

Fonte

UFSM | Universidade Federal de Santa Maria

Data

sábado, 13 março 2021 15:55

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) iniciou 2021 com a obtenção da proteção de duas cultivares de aveia-preta (Avena strigosa Schreb.) junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), aumentando a lista de produtos agrícolas desenvolvidos no campus de Frederico Westphalen que contam com patenteamento. A conquista representa mais um avanço importante no que se refere à inovação tecnológica na Universidade.

Com a proteção das cultivares UFSMFW 2101 e UFSMFW 2202 pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares (SNPC) do Mapa, a Instituição passa a ter o direito de reprodução comercial destas variedades em todo o país por 15 anos (prazo de proteção para a maioria das espécies vegetais), ficando vedado a terceiros a produção com fins comerciais, o oferecimento à venda ou a comercialização do material de propagação da cultivar sem autorização.

“A conquista é extraordinária para a UFSM, sendo um grande avanço em relação à inovação tecnológica”, avalia o diretor Dr.Braulio Otomar Caron da UFSM-FW , que integra a equipe responsável pelo trabalho.

Com a proteção em mãos, a meta agora é finalizar a obtenção dos dados de Determinação do Valor de Cultivo e Uso (VCU) – que vai garantir que a cultivar tenha valor agronômico comprovado em condições de campo – e obter o registro das cultivares até o final de 2021, para então ser iniciada a produção e comercialização de sementes, por meio de parceria – a proteção da cultivar dá o direito à propriedade intelectual ao seu obtentor, enquanto o registro permite a produção, o beneficiamento e a comercialização de sementes e mudas.

Importância e diferenciais das novas cultivares

Embora não existam estatísticas precisas em relação a área cultivada e volume de produção, a aveia-preta tem boa aceitação para alimentação animal, sendo cultivada principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. É utilizada como pastejo durante o inverno, corte e, em alguns casos, como feno e silagem. Destaca-se devido à utilização para rotação de cultura e cobertura de solo, principalmente antecedendo a semeadura da soja. Por apresentar crescimento rápido, rusticidade e tolerância à acidez do solo, auxilia no controle de plantas daninhas e quebra o ciclo de algumas doenças importantes para culturas subsequentes, além de outros benefícios que a palhada de aveia proporciona em relação à fertilidade do solo.

Acesse a notícia completa na página da UFSM.

Fonte: Agência de Notícias da UFSM.

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