Destaque
Epamig promove dia de campo sobre flores comestíveis
Fonte
Epamig | Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais
Data
segunda-feira, 28 agosto 2023 16:20
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) realiza, no próximo dia 6 de setembro, um dia de campo sobre flores comestíveis. O evento gratuito, acontece no Campo Experimental Risoleta Neves, em São João del Rei, a partir das 8h30.
A programação inclui estações sobre Manejo Agroecológico de Pragas, Adubação Verde, Flores de Plantas Alimentícias não Convencionais (PANC), Rosas Comestíveis e Diversidade de espécies. “Não existe uma característica que nos indique se uma flor é comestível ou não. Existe a tradição de uso ao redor do mundo e as informações científicas que reforçam que a ingestão é segura. Se estiver em dúvida se uma flor é comestível ou não, ou se é realmente a espécie comestível, melhor não comer”, disse a pesquisadora Dra. Simone Novaes Reis.
As flores podem dar cor e sabor a vários pratos com diferentes tipos de preparo. Algumas hortaliças PANC produzem flores comestíveis, como o ora-pro-nóbis (Pereskia aculeata e Pereskia grandifolia); a bertalha verdadeira (Basella alba) e o lírio-do-brejo (Hedychium coronarium). “No dia de campo vamos mostrar as flores da capuchinha (Tropaeolum majus), do jambú (Acmella oleracea) e do feijão-borboleta (Clitoria ternatea) e os participantes vão se surpreender com as cores e sabores”, adiantou a pesquisador Dra. Izabel Santos, que descreve:
“As flores da capuchinha têm cores vibrantes que vão do amarelo ao vermelho. O sabor é picante e refrescante; combinam bem com saladas e drinks. As flores do jambu estimulam a salivação e causam leve sensação de dormência na mucosa da boca. Com certeza uma surpresa para o paladar, quando usadas em saladas. E as flores do feijão-borboleta têm uma cor azul incrível, que é usada como corante natural para alimentos e bebidas. Uma verdadeira festa para os sentidos!”, comentou a pesquisadora.
A Dra. Simone Reis falará sobre rosas comestíveis e explica que a forma de produção é o diferencial para o consumo. “Toda rosa é comestível, mas para ser utilizada na alimentação deve ser produzida de forma orgânica ou agroecológica”. Sobre a forma de utilização, a pesquisadora detalha: “As pétalas de rosas podem ser consumidas in natura, usadas em canapés, saladas; cristalizadas – como decoração comestível, no preparo de geleia, licores. Existe também a água de rosas, muito utilizada para saborizar pratos doces”.
Os pesquisadores Dra. Lívia Carvalho, Claudio Egon Faccion e Dra. Ângela Nascimento conduzirão, respectivamente as estações “Manejo Agroecológico de Pragas”, “Adubação Verde” e “Jardim Comestível: diversidade, cores e sabores”. A Epamig possui uma cartilha sobre uso de flores comestíveis na alimentação, disponível para download gratuito.
Acesse a notícia completa na página da Epamig.
Fonte: Assessoria de Comunicação Epamig.
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