Destaque

Cartilha explica como é produzida a farinha de mandioca e dá receitas caseiras

Fonte

Jornal da USP

Data

segunda-feira, 23 janeiro 2023 09:40

Com o objetivo de contribuir para a agrobiodiversidade brasileira, a partir de tecnologias ambientalmente responsáveis e socialmente adequadas, a Série Produtor Rural da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP lançou uma cartilha que explica como funciona o processamento da farinha de raspa de mandioca. A publicação é voltada para pequenos agricultores ou interessados em saber mais sobre este tipo de farinha, disponível gratuitamente em forma de e-book .

A edição de número 77 da série, Processamento da farinha de raspa de mandioca, destaca que valorizar os produtos da mandioca é fortalecer a agricultura familiar e sua cultura agroalimentar, contribuindo assim para a geração de renda no campo e para a conservação da agrobiodiversidade brasileira, a partir de tecnologias ambientalmente responsáveis e socialmente adequadas.

A cartilha apresenta informações sobre as atividades produtivas de uma agroindústria voltada para o processamento passo a passo de um tipo de farinha de mandioca integral, também chamada farinha de raspa, que pode ser utilizada para a preparação de pães caseiros, bolos e massas naturalmente sem glúten. Uma seção especial ao término da cartilha apresenta receitas preparadas com farinha de raspa, as quais dispensam o uso da farinha de trigo e, por isso, são ideais para uma alimentação de pessoas celíacas ou com outras desordens relacionadas ao glúten.

Dividida em oito capítulos, a cartilha discorre sobre: Mandioca – um alimento versátil e tipicamente brasileiro; O que é farinha de raspa de mandioca; Por que produzir e usar a farinha de raspa; Valores nutricionais e classificação; Etapas do processamento da farinha de raspa; Rotulagem; Boas práticas de fabricação; e Receitas caseiras (Pão de abóbora sem glúten e sem leite, Bolo de laranja sem glúten e sem leite, Bolo de cacau e Bolo de fubá).

A produção foi elaborada dentro do Projeto Assentamentos Agroecológicos (PAA), em parceria do Núcleo de Apoio à Cultura e Extensão em Educação e Conservação Ambiental (Nace-PTECA) da Esalq, do Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF) e do Laboratório de Frutas e Hortaliças do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq (LAN/Esalq).

Acesse a notícia completa no Jornal da USP.

Fonte: Texto adaptado de Alicia Nascimento Aguiar, Esalq – Jornal da USP.

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