Destaque

PNUMA e parceiros apresentam proposta de boas práticas para setor agroalimentar no Brasil

Fonte

ONU - Brasil

Data

quinta-feira, 23 julho 2020 12:10

As cadeias de valor associadas ao agronegócio brasileiro são responsáveis por gerar cerca de 21% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. A atividade está profundamente relacionada à saúde do meio ambiente: depende dos recursos naturais, como terra, água, minerais e organismos vivos e, ao mesmo tempo, afeta a quantidade e qualidade destes recursos.

Para impulsionar melhores práticas no setor agroalimentar no Brasil, o projeto “A Economia do Ecossistema e da Biodiversidade para Agricultura e Alimentos (TEEBAgriFood)” apresentará até quinta-feia (23), durante mesa-redonda online, a primeira versão de um conjunto de diretrizes para avaliação do capital natural, humano e social do país.

A iniciativa, liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), reunirá representantes da iniciativa privada, da área acadêmica e da sociedade civil para coletar impressões e consolidar a versão final do documento.

A mesa-redonda é resultado de parceria entre a inciativa TEEB-PNUMA, Capitals Coalition e Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com apoio da União Europeia.

“As diretrizes buscam estabelecer práticas, orientar investimentos e dar apoio a decisões que transformem a produção global de alimentos, fornecendo às empresas as ferramentas necessárias para identificar e medir os impactos e dependências do capital natural, social e humano”, explica Denise Hamú, representante do PNUMA no Brasil.

Os princípios se baseiam em conhecimento cientifico de ponta, desenvolvido por institutos de pesquisas e empresas agroalimentares para aplicação em todo o mundo. O Brasil faz parte de um grupo de sete países nos quais o projeto TEEBAgriFood está sendo implementado, formado também por China, Índia, Indonésia, Malásia, México e Tailândia.

“Uma série de tendências que já vinham acontecendo no setor de alimentos está sendo acelerada com a pandemia. A principal delas é a produção de alimentos para todos, mas com prioridade na acessibilidade e na qualidade. Ainda existe no Brasil uma cultura de abundância que resulta no desperdício de 37 milhões de toneladas de alimentos por ano. A racionalidade também é uma tendência que está sendo aprimorada. Essa parceria é, portanto, uma iniciativa que busca colocar todas essas transformações em termos práticos”, avalia Marina Grossi, presidente do CEBDS.

Acesse a notícia completa na página da ONU Brasil.

Fonte: ONU-Brasil.

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