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Professora Dra.Denise Trombert, da UFMG, lança projeto de videoaulas sobre redação científica
Com a paralisação das atividades de diversas escolas e universidades, alunos precisam, cada vez mais, encontrar fontes confiáveis para seus estudos. Foi o que percebeu a professora Dra. Denise Trombert Oliveira, do Departamento de Botânica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional (ProfBio). Ela lançou no YouTube o projeto Vamos nessa ProfBio, em que ministra aulas e dá sugestões acadêmicas e metodológicas a estudantes de todo o país.
“Por demanda dos meus alunos do ProfBio, aceitei o desafio de fazer algo remotamente, que pudesse facilitar a vida deles. No ProfBio, quase todos os alunos estão escrevendo projetos ou trabalhos finais. Foi o jeito que encontrei para chegar a todos”, revela a Dra. Denise.
As aulas são divididas em dois tópicos: redação e comunicação acadêmico-científicas. Entre os temas, estão: Como começar a elaborar um projeto de TCM – Os cuidados na redação – O que é plágio. Desde o fim de junho, ela posta um conteúdo novo a cada semana em seu canal no YouTube. A série reunirá 18 vídeos. “Eles (alunos do ProfBio) são minha motivação, mas as aulas servem para qualquer aluno de pós-graduação que está desenvolvendo trabalhos finais”, explica.
Sem experiência na área do audiovisual, a Dra. Denise teve de aprender a operar o programa e publicar vídeos. Em maio, ela participou da oficina Produção de recursos educacionais, ofertada pelo Giz UFMG.
“A primeira atividade da oficina me fez perder o medo da câmera e me ensinou, entre outras boas coisas, como produzir um vídeo, aprendizado muito necessário em tempos de ensino remoto emergencial. Nunca tinha feito um vídeo até um mês atrás”, conta Denise, que pretende continuar movimentando o canal após o período de isolamento.
Injeção de ânimo
Com a ausência de aulas, o canal da Dra. Denise Trombert impulsionou o retorno dos estudos de alguns alunos às atividades acadêmicas. “Para mim e a maioria da minha turma (2018), foi uma injeção de ânimo, pois muitos estavam estagnados, desassistidos ou simplesmente atolados de teletrabalho. Para os ingressantes (turma 2020), o canal certamente será a solução de vários pequenos problemas”, acredita Luiza Barud, mestranda pelo ProfBio UFMG e professora da rede estadual de Minas Gerais. Para ela, as aulas evitam que os mestrandos façam conjecturas equivocadas do processo do Trabalho de Conclusão do Mestrado (TCM) e recorram a atalhos perigosos.
Acesse a notícia completa na página da UFMG.
Fonte: Samuel Resende, UFMG.
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