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Os frutos do Cerrado, ao alcance dos paulistanos
A partir de agora, farinha de mandioca, gergelim, pimenta de macaco, farinha de coco indaiá e duas variedades de arroz de pilão passam a fazer parte do conjunto de produtos oferecidos regularmente no box dos biomas, do Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo. Eles se unem à castanha de baru, ao açafrão, à farinha de jatobá, o mel, à geleia de jabuticaba e ao pequi, além de outras delícias do Cerrado também disponíveis para venda na capital paulista.
As novidades acabam de ser lançadas pelas famílias Kalunga (maior território Quilombola do Brasil, localizado em Goiás), o Instituto Atá e a Central do Cerrado, com o apoio do WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Todos os novos produtos são fruto do cultivo e do agroextrativismo no Cerrado e fazem parte da cultura gastronômica dos povos tradicionais quilombolas.
Os produtos são comercializados pela Central do Cerrado, uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida por 35 organizações comunitárias de sete estados brasileiros (MA, TO, PA, MG, MS, MT e GO) que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do bioma.
Além de promover a divulgação e inserção dos produtos de uso sustentável nos mercados locais, regionais e internacionais a Central do Cerrado é também um centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão.
Acesse a notícia completa na página da WWF-Brasil.
Fonte: Renata Andrada Peña, WWF-Brasil. Imagem: Wikimedia Commons.
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