Destaque
REBRAE: Município Catarinense segue prática das Escolas e proíbe a compra pública de ultraprocessados
Fonte
REBRAE | Rede Brasileira de Alimentação e Nutrição do Escolar
Data
segunda-feira, 4 fevereiro 2019 09:45
A gestão municipal de Pomerode, no Vale do Itajaí, proibiu as secretarias do município de comprarem bolachas recheadas, salgadinhos, frituras, sucos industrializados e refrigerantes, entre outros itens ultraprocessados. A meta para este ano é diminuir em pelo menos 50% o consumo de açúcar.
O decreto da proibição começou a valer em 1º de janeiro deste ano. Da lista de produtos banidos das repartições do município constam ainda adoçantes sintéticos, pipoca de micro-ondas, margarinas, e salgados e doces fritos ou feitos com massas folheadas.
“Nossos nutricionistas fazem um trabalho maravilhoso já nas escolas e nas áreas da saúde e chegaram para nós dizendo que nós falávamos uma coisa e fazíamos outra. Temos esse decreto que reduz este ano 50% o consumo de açúcar nas dependências públicas e a partir do ano que vem, nada de açúcar”, disse o prefeito Ércio Kriek.
A Secretaria de Educação do município afirma que segue à risca as orientações do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e que isso tem influenciado bastante na alimentação das crianças. O desafio é convencer os adultos a comerem alimentos mais saudáveis.
Atualmente, a população da cidade tem índice de sobrepeso acima da média nacional (54%). Uma pesquisa da Universidade Regional de Blumenau (Furb) diz que 67% dos adultos que vivem na cidade estão com sobrepeso. E entre as crianças o índice também vem crescendo, atualmente, 35% delas estão acima do peso. Há cinco anos, o percentual era 32%.
“Nós temos alimentos que a gente considera ultraprocessados porque na indústria passam por um processamento muito alto. E a quantidade de açúcar e gordura também, até o sal, é muito grande em determinados alimentos. As consequências a gente já vê: aumento das doenças crônicas, hipertensão, diabetes tipo 2, obesidade que vem crescendo cada vez mais. A gente precisa estagnar isso, precisa parar essa subida”, disse o nutricionista Geliandro Ribeiro.
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Fonte: REBRAE. Imagem: Pixabay.
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